na produção literária do autor

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a produção literária do autor

Ao apoiar a produção do livro, além de receber imediatamente a versão digital da revista Geeky~iD e do romance anterior do autor, A paisagem limiar ~ gênese vampírica,, participará também da campanha inédita de ICO do autor. A moeda ofertada será o Daleth (ד$). E seu valor está indexado ao preço de capa de cada exemplar vendido na proporção de um milésimo do Aleph (א$).

Nota do autor

Quero deixar claro que meu próximo livro não é uma apologia ao Mossad ou à toda política externa israelense. Nem me orgulharia em ser posto ao lado dos manifestantes bolsonaristas que ostentam a bandeira de Israel à revelia do posicionamento da maioria da comunidade judaica e israelense. Sobre isso linco alguns tweets do Instituto Brasil-Israel.

Muito menos, estritamente, advogo defesa irrestrita ao modo como o governo israelense promoveu a caça aos nazistas. A intensão central do romance é justamente contar como vozes contraditórias debateram o assunto dentro do país na década de 80.

Tento traçar uma linha de tensão entre duas perceptivas diametralmente opostas na política interna israelense da época: se Israel deveria ou não se comprometer numa busca, até além da legalidade, à desejada reparação histórica pelo Holocausto. Esse conflito eu represento na trama pelo confronto dos dois lideres israelenses icônicos dos anos 80; Yitzhak Shamir, o “espinho do deserto” e Shimon Peres, o “abutre do deserto”. O primeiro obcecado pela punição exemplar dos criminosos nazistas. O segundo imbuído de uma visão conciliatória e não vindicativa que propunha garantir o futuro do país fechando um pouco os olhos ao passado do povo judeu.

https://twitter.com/ibi_br/status/1260197252825518080?s=20

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Será um thriller político de ação e espionagem ambientado nos anos finais da Guerra Fria, com alguns elementos de ficção científica e terror.

O enredo explora a complicada e pouco conhecida política israelense de caça a nazistas envolvidos com o Holocausto, durante toda a década de 80. Foca principalmente na perseguição ao médico nazista Josef Mengele por agentes de elite do Mossad, o serviço secreto de Israel.

Já no final da década de 60, geneticistas americanos começaram a notar anomalias não aleatórias na segunda geração das cobaias humanas de Josef Mengele. Chegando à conclusão que ele não fora apenas um sádico e estava realmente desenvolvendo um plano de pesquisa a longo prazo em epigenética. Podendo usar humanos em suas experiências, desenvolveu uma metodologia de engenharia epigenética em tempo recorde. E foi esse conhecimento que ele arrastou consigo durante toda sua fuga da Europa para a Argentina.

Quando o Mossad capturou Adolf Eichmann, ele fugiu para o Brasil e procurou secretamente proteção dos EUA oferecendo o registro de suas pesquisas como contrapartida. O serviço secreto americano a princípio não deu importância ao pedido e ele ficou alguns anos a sua própria sorte no Brasil. Mas depois que o governo americano foi alertado pelo grupo de cientista de que Mengele tinha conhecimentos valiosos para os estudos epigenéticos, ele foi levado para trabalhar com os geneticistas americanos. Para que isso não vazasse, a CIA plantou pista falsas para desviar o foco dos serviços de inteligência mundiais. Em 85, montaram o embuste das ossadas encontradas em Embu das artes de um suposto Mengele morto afogado em 79.

Mengele focou suas experiências na indução de nascimento de gêmeos univitelinos normais e xifópagos. Duas de suas cobaias foram as jovens judias Tifrachat (תפרחת) e Prichá (פריחה). Gêmeas que na puberdade foram submetidas a seus experimentos, mas conseguiram sobrevivem e migraram com a família para o Brasil. Foram acolhidas por uma comunidade judaica fechada no Rio de Janeiro. Alguns anos depois, casaram e engravidaram. Em 1958, a primeira deu à luz a uma menina que registraram publicamente com o nome de Eloah (אלה). Este nome é de gênero masculino no original hebraico, o nome de deus. Mas no Brasil, por sua sonoridade, foi se tornando tradicionalmente um nome de mulher.

Prichá não foi tão afortunada como a irmã. Teve uma gestação difícil e morreu no parto. Seu filho, que chamou de Adão (אדם) antes de morrer, nasceu com sérias e grotescas deformidades congênitas. O bebê foi adotado por Tifrachat. Com problemas de saúde, Adão sobreviveu graças ao empenho e carinho da mãe e da irmã adotivas. A comunidade também se mobilizou para cuidar e lhe garantir um crescimento saudável apesar das muitas dificuldades.

Em 1969, a família de Eloá migra para Israel. Ela serve no exército israelense a partir de 1975 e depois é recrutada em 1976 pelo Mossad. Após um ano de treinamento, entra para uma unidade de elite dentro da agência de codinome Gemini e conhecida em hebraico por Tyom (תיוֹם). Essa unidade é composta por Eloah e apenas mais 8 agentes altamente treinados, sendo muito temida por sua efetividade e truculência. Principalmente, quando é requisitado em campo, em situações insustentáveis, o agente apelidado de o Golem (גולם) faz, então, uso de força extrema e fúria insana. Ele só é moderado com a intervenção de Eloá, a quem unicamente ouve.

Eloah se tornou quase uma lenda por seu desempenho em campo. Possuía agilidade, resistência e furtividade sem parâmetros humanos. Pode aparecer e desaparecer em vários pontos do quadrante de combate e se recuperar rapidamente de danos corporais.

Em operações solos, a agente Eloah assume oito personalidades com estilos diferentes de ação. Cada alter ego se identifica por uma das primeiras letras do alfabeto hebraico e deixa sempre uma carta de tarô correspondente no local de seus alvos como assinatura.

A ação se desenvolverá em três locações principais:

Em 1982, operação em Berlim na Alemanha Ocidental para espionar e estabelecer um grampo telefônico a Rolf Mengele, filho do médico nazista.

Em 1989, operação em Madison nos EUA para capturar o geneticista Klaus Patau, identidade dada a Joseph Mengele pelo governo americano quando de sua chegada em 1975.

Em 1992, operação de extração de Joseph Mengele da escolta realizada pela Policia Federal brasileira e supervisionada pela agência de inteligência americana; CIA. O cenário será o Rio de Janeiro durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente.

Mas o objetivo secreto do governo americano é eliminar o médico nazista sem sujar a mão de seus agentes. Ele se tornou um peso morto. Seus últimos anos têm sido improdutivos para o avanço de suas pesquisas. Simplesmente largou mão e se afastou do meio acadêmico. Agora só se dedica às causas ambientais. E vivo, ainda é a prova do embuste internacional plantado pelos seus agentes e o uso antiético que seus cientistas fizeram da ciência nazista. Então, decidiram matá-lo e enterrar todo esse caso embaraçoso de vez. Não fariam isso em solo pátrio e esperaram para consumar o plano no Brasil. Sabem que as chances são mínimas de uma investigação séria ser instaurada entre os brasileiros. Preferiram não arriscar com a imprensa do próprio país; pois, como Klaus Patau, Mengele é relativamente famoso nas colunas científicas dos seus jornais. Não tanto, claro, como Wernher Von Braun. O que obrigou o Mossad a conceber um plano para se antecipar à CIA e tirá-lo do Brasil antes que o matem. E a agência israelense é a quem mais os EUA temem que exponha esse caso mundialmente. A CIA sabe que mesmo depois do fracasso em 89, nunca desistiriam. E sabem também que não fariam o trabalho por eles. Estão cientes que a morte dele não é uma opção para Israel. Para a causa israelense, ele só interessa vivo. Precisa ser extraditado para Israel, ter sua identidade confirmada indubitavelmente para toda a imprensa internacional e, depois, levado a julgamento público. O mesmo que fizeram com o Eichmann. Será uma operação de extração bem conturbada. É o Brasil. Apesar de o exército ainda está meio desarticulado depois da ditadura e não terem muito o que se preocupar com aquela polícia federal, o contingente será numeroso e obedecerão cegamente à CIA. Quem diria que o Mossad estaria protegendo Mengele dos próprios americanos. São as ironias do destino.

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Para 1 exemplar vendido, 10 Daleths valem 1 Ghimel. Assim, vendidos 10, 1 Daleth valerá 1 Ghimel . Vendidos 50000, valerá 5000 Ghimels e 1 Eloah. Só 500 Daleths serão emitidos para os 500 primeiros compradores. O Daleth poderá ser resgatado após o 500º exemplar vendido.